Primeiro, Zé
Roberto. Jogou bem contra o Coritiba e foi o melhor em campo contra o
Palmeiras, ao lado de Souza. Desonrou o apelido de Zé Boteco, e deixou a
torcida do Bahia feliz.
Feliz também foi Magno, no excelente passe para o gol perdido pelo próprio Zé, antes dele se redimir com assistência para Souza. Uma trivela sutil, em um desses momentos que o futebol fica direto, simples e bonito. Sem firulas.
Feliz também foi Magno, no excelente passe para o gol perdido pelo próprio Zé, antes dele se redimir com assistência para Souza. Uma trivela sutil, em um desses momentos que o futebol fica direto, simples e bonito. Sem firulas.
Além deles, tivemos a
arbitragem. Não estamos acostumados a essa segurança, especialmente fora de
casa e contra um grande. Lance de Fabinho me parece interpretativo, mas como a
dúvida tende a favorecer o maior e o mandante, juiz foi corajoso. De resto, Lomba
sofreu falta antes do gol de Obina, e o pênalti em Lulinha foi juvenil e
inaceitável, mas aconteceu.
Bacana também foi o
espírito de equipe. A comemoração de Titi, após o pênalti, soa bonita e sincera.
Como aconteceu contra o Coritiba, Souza chama os caras depois de marcar,
principalmente no segundo gol.
No final do jogo, Caio
Júnior fez os jogadores saudarem os que foram apoiar a equipe. A torcida é o que mais pode incentivar o empenho de gente da idade e do nível de
Kléberson, Zé Roberto e Mancini. É inexplicável e do bem.
Lógico que as falhas
permanecem, principalmente no posicionamento defensivo, e ninguém pode se ater
à sorte e ao resultado para mascarar um problema. Se ele não tiver solução,
pode pelo menos ser diminuído, com treinamento e testes.
Que o inexplicável do
bem permaneça por aqui, mas que a gente não dependa dele, por favor.

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