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sexta-feira, 20 de julho de 2012

Sem Falcão, sem ninguém

Depois do texto de Calma, o Bahia perdeu para o Fluminense, 3º colocado e único invicto, e para o Flamengo, quando foi melhor e roubado. Ontem foram oito desfalques, incluindo aí o melhor da equipe, e a manutenção da tabela complicada. Na décima rodada, 70% dos adversários do Bahia estão na metade de cima da classificação.

Sem ouvir coletiva da tarde, acho que Falcão não deveria ter caído, mas acredito ser menos pior se decisão foi realmente conjunta, ou se ideia partiu do próprio técnico. O treinador que acompanha e escala, ele que deve motivar e estar motivado.

Até encontrar alguém interessante, e se ele vier, defendo a permanência de Eduardo Barroca. Salvo engano, ele está no clube desde início de 2011, já cumpriu função com saída de Renê Simões, e conhece os jovens, inclusive os brilharam na Copa São Paulo do ano passado.

Quem joga?
 
Titi e Danny Morais já funcionaram bem, mas hoje apenas se revezam no rendimento. Um falha hoje, o outro amanhã.

No meio e no ataque, o problema não é tanto a falta de opções, mas de um conjunto. Ainda longe do ideal, Kléberson evoluiu, mas Mancini precisa entender que ele faz parte de um grupo. Como equipe, piorar é difícil.

Dudu (92) na zaga, Lenine (91) no meio, Rafael (92) na frente. Não precisam ser titulares, nem jogar na mesma partida, mas são da base e precisam dar as caras. Especialmente quando o departamento médico tem mais gente que o coletivo.

Lomba; Fabinho, Dudu, Titi e Ávine; Diones e Fahel; Kleberson, Magno e Vander; Souza.
Omar; Danny Morais e Gerley; Helder, Ryder e Lulinha; Rafael.

Bora assim contra o Coritiba?

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