Hoje, o time briga
para não cair. E precisa saber que a permanência na primeira divisão é mais
importante que uma hipotética e muito improvável campanha vitoriosa na copinha da Conmebol.
O departamento médico
está cada vez mais cheio, e o time tem cansado rápido. Contra o Corinthians, Zé
Roberto pediu para sair, teve que ficar, e um ataque com potencial perigo, já
no final do jogo, morreu graças a um cara esgotado. Além dele, Gil Bahia e
Ávine mostraram precisar de descanso.
Com isso, o Bahia
pode ir com uma base razoável, que mantenha uma unidade que Dorival espera, mas
que não prejudique a continuidade do time e dos jogadores em período conturbado
de um campeonato com mais quatro meses pela frente.
Mesmo que já esteja
100%, não acho que vale a pena colocar Gabriel desde o início.
Outra vantagem da
Sul-Americana é que ele pode fazer testes em pelo menos dois jogos oficiais.
Três zagueiros e alas?
Três volantes e dois pontas? Um volante e quatro meias?
É essa a hora de
poupar, é essa hora dos testes e das invenções.
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